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Postagens

Canadá

Há vários fatores que nos motivam a escolher um destino de viagem. Se a passagem estiver baratinha, aquele país que você nem imaginava conhecer se torna miraculosamente atraente. Se algum amigo/parente está morando em determinado lugar, aí os motivos pra viajar vêm em dobro.
Sua escolha também pode ser norteada pelo clima, pela língua falada no país, pela gastronomia, por tudo isso junto, ou mesmo, por nenhum desses fatores. Tem gente que nasce com o sonho de conhecer um determinado país. Eu tenho uma amiga de faculdade que sempre sonhou em conhecer a Tailândia, e ela realizou esse sonho na sua lua de mel. Mas tem gente que simplesmente se joga num roteiro porque foi ele que apareceu, e pronto! Esse foi o nosso caso com o Canadá... Vários conhecidos nossos estiveram lá e voltaram falando maravilhas, que o país é lindo, que as pessoas são educadas, que é mais frio que um freezer, que isso e que aquilo, de forma que a curiosidade foi se apinhando em nossas cabeças e se juntou a uma pas…
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O vício da sacolinha no Brasil

O consumidor brasileiro não desgruda de uma sacolinha plástica. Por menor e mais leve que seja a compra, o consumidor exige uma sacolinha para chamar de sua. Porque somos assim?
Fico pasma de observar as pessoas na padaria. Mesmo que os pães e quitutes estejam devidamente envelopados pelo saco de papel reforçado, as pessoas geralmente pedem uma sacolinha de plástico - daquelas bem vagabundas - ao caixa. 
Na farmácia é a mesma história. O indivíduo compra uma cartela de remédios e, ainda assim, pega uma sacola plástica para jogar no lixo quando chegar em casa. Bolsos e bolsas serviriam tranquilamente para este ligeiro transporte, mas não tem jeito... O brasileiro tem que pegar uma sacola pra se sentir gente. 
No supermercado a cena é ainda mais obscena no espectro ambientalista: os consumidores enfiam várias sacolinhas dentro das sacolinhas para levarem as suas casas, com o argumento de que precisam usá-las nos cestos de lixo de suas casas. 
Ok, eu entendo esse argumento e também faço…

A metamorfose dos presentes

Já dizia Lulu Santos "tudo muda o tempo todo no mundo".  E o mundo interior também muda, se transforma, evolui. O que agradava, não agrada mais. O sabor que dava água na boca, agora traz repulsa. O presente que era o sonho de consumo, se torna irrelevante.  Nos transformamos tanto com o tempo que, por vezes, temos dificuldade em nos reconhecer em primaveras passadas... Ou em Natais passados.  Esses questionamentos transformistas vieram à tona desde que me propus a feliz tarefa de escolher os presentes do Natal de 2016. Não sou do time que luta contra o viés consumista que a data natalina instiga, pelo contrário, me delicio com a escolha dos presentes. Mas confesso que nem sempre escolho os presentes pensando em quem recebe. Muitas vezes, eu penso que sei o que vai agradar o outro, se não agora, no longo prazo.  Um exemplo disso é o presente que escolhi para minhas sobrinhas, de 5 e 2 anos. Comentei com minha irmã (a mãe delas) que eu estava pensando em editar um livro pra e…

Zínias ~ Zinnia Flowers

Ontem passei por um canteiro florido da minha cidade (Goiânia) e uma explosão de cores vivas me chamou a atenção. Achei que estava diante das dálias, mas descobri que o nome correto dessas flores é "Zínnia".  Até o nome delas é bonito :) A Zínnia é da família das margaridas e cresce naturalmente numa faixa que vai dos Estados Unidos até a América do Sul. É uma flor fácil de cuidar que ama sol e atrai muitas, muitas borboletas! Uma característica muito importante dessa flor é seu longo período de florescimento. E depois da colheita, basta podar e esperar por novas flores! Uma dádiva da natureza!  Com vocês a beleza das zínnias:


Muita paz e amor! ♥ ♥ ♥


Uma questão de referencial...

O domingo passado foi um dia ideal para curtir a preguiça. Choveu durante a tarde e o clima na cidade ficou fresco, propício para esticar o corpo no sofá e assistir TV.  Maridão e eu ficamos em sofa mode até tarde da noite, quando a chuva estiou e bateu aquela fome. O engraçado é que fome de domingo à noite nunca tem cara de alface, nem de palmito, nem de iogurte com granola. Fome de domingo à noite, pelo menos na nossa casa, tem cara de pizza.  O telefone da pizzaria só dava ocupado (ainda não usamos aplicativos para pedir comida) - então o jeito foi ir até a pizzaria e esperar uns minutinhos lá até a graciosa ficar pronta. A trouxemos para comer em casa.   Na volta, passamos por um parque. As janelas do carro estavam abertas, o que nos propiciou uma visão privilegiada de um grupo enorme de pessoas, todas com roupa de malhar, algumas se agachando, outras pulando corda, outras se preparando para correr. Eram umas 30 pessoas, às 10 da noite, fazendo treinamento funcional no parque.  -…

Su casa, mi casa?

A tecnologia tem feito maravilhas pelo turismo. Os avanços vão de sites que buscam passagens e hotéis com os melhores preços até plataformas que ligam proprietários de imóveis a locatários de curtíssima estadia, de forma bem descomplicada.  Além do avanço tecnológico, há o avanço cultural, tanto para quem abre as portas de casa para receber um estranho, quanto para quem embarca na experiência de se hospedar na casa de outra pessoa, igualmente estranha, mas parcialmente decifrável pelas referências encontradas nos sites. Esses avanços refletem as faces da economia do compartilhamento e colaboração (peer-to-peer), que enfatiza o uso, e não a posse, seja de bens, espaços ou serviços.  A indústria da hospedagem está sofrendo uma revolução tão abrupta na era da economia do compartilhamento que, atualmente, o Air ABNB, -plataforma que conecta quem tem um espaço pra locar a quem busca um espaço - vale 10 bilhões de dólares, mais do que a estabelecida rede de hotéis Hyatt. Detalhe: o AIR BNB …

Um vestido de várias noivas

O dia do casamento envolve inúmeras escolhas. A principal delas, claro, é a escolha do parceiro ou da parceira.
Partindo do princípio que essa escolha foi acertada, e melhor ainda, abençoada, seguimos para outras escolhas que são muito reparadas pelos convidados: a decoração da igreja e da festa, a comida, bebida, a alegria dos noivos e o vestido da noiva.
Essa indumentária sempre dá o que falar e é um dos itens mais esperados no grande dia.
Da perspectiva da noiva, escolher um vestido para usar no dia do casamento é uma grande responsabilidade, nem tanto pelo escrutínio de outrem, mas pela simbologia que esta roupa carrega. É usando esse determinado vestido que a noiva vai flutuar por um dos dias mais especiais da sua vida. É usando esse determinado vestido que ela entra na igreja, recebe o esposo, festeja com seus convidados. É esse vestido que vai se eternizar nas fotografias e filmagem... Então que seja um belo de um vestido.
No entanto, o belo é relativo. O que eu considero alta …